quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Hakan Ehren

01.Eduard Tubin - Concerto for double-bass & orchestra
02.Eduard Tubin - Valse Triste for orchestra
03.Eduard Tubin - Ballade for violin & orchestra
04.Eduard Tubin - Concerto for violin & orchestra No.2, I.Andante
05.Eduard Tubin - Concerto for violin & orchestra No.2, II.Allegro Marciale, Vivace
06.Eduard Tubin - Concerto for violin & orchestra No.2, III.Adagio, Quasi Recitativo. Allegro Non Troppo
07.Eduard Tubin - Estonian Dance Suite for orchestra, I.Ristpulkade Tants
08.Eduard Tubin - Estonian Dance Suite for orchestra, II.Pikk Ingliska
09.Eduard Tubin - Estonian Dance Suite for orchestra, III.Setu Tants

sábado, 19 de novembro de 2011

Sonatas de Beethoven para violoncelo e piano

Beethoven foi o primeiro compositor de grandes sonatas para violoncelo, e ele permaneceu na verdade o único, até Brahms escreveu dois no final do século passado, e depois em nosso próprio tempo Martinu escreveu três. Além de um indivíduo trabalha poucos por outros compositores (Grieg, Rachmaninov, Shostakovich, Barber e Britten), que resume todo o repertório para essa combinação particular. É um meio difícil, porque as notas baixas do violoncelo tendem a ficar coberto pelo baixo do piano, eo equilíbrio entre os dois instrumentos é sempre precária. - David Hurwitz
     
A sonata para violoncelo e piano é abordado antes da sonata para violino e é, então, continuou após o encerramento do ciclo de sonatas para violino. Beethoven escreveu cinco sonatas para violoncelo e piano:




 Sonata em Fá não principais. 1, op. 5
Sonata em Sol menor não. 2, op. 5
Sonata em Lá não principais. 3, op. 69
Sonata em C não principais. 4, op. 102
Sonata em D nenhuma grande. 5, op. 102

Assim, no início de 1796 ele compõe as Sonatas para violoncelo e piano, op. 5, em Berlim, que têm uma sucessão distinta como tal: o primeiro movimento é lento, seguido de dois movimentos mais rápidos, em que o violoncelo é tratado como um instrumento de igualdade com o piano.
     
Sonata em Lá maior no.3, op. 69, dedicado ao barão Gleichenstein e composta em 1808, é o mais popular e, ao mesmo tempo, a sonata para violoncelo mais amado do trabalho do compositor. Isso é explicável através da diversidade do material temático eo caráter de improvisação dos temas. A sonata foi realizada pela primeira vez em 1812 por Czerny e Linke e mais tarde foi apresentado no concerto realizado em 1927 na Ópera de Paris por Alfred Cortot e Pablo Casals.
     
As sonatas para violoncelo e piano, op. 102 composta em 1815, realizar a transição para a grande quartetos de cordas, trazendo grandes mudanças no campo da estrutura, mesmo que aparentemente ele só parece um retorno ao barroco. Através do título dado por Beethoven para a Sonata em C maior op. 102, não. 1, Freie Sonate (Sonata da livre) ele declara a liberdade de expressão em um sentido profundamente romântico.

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Klaus Stoll

01.Giovanni Pergolesi - Sinfonia for Cello & Continuo in F major, I.Comodo, II.Allegro, III.Adagio, IV.Presto
02.Willem de Fesch - Sonata in G minor op.8, no.5, Largo - Fuga
03.Willem de Fesch - Sonata in G minor op.8, no.5, Menuettos I&II
04.Luigi Boccherini - Sonata in A major, Adagio
05.Luigi Boccherini - Sonata in A major, Allegro
06.Johann Rudolf Zumsteeg - Sonata, Allegro
07.Johann Rudolf Zumsteeg - Sonata, Adagio
08.François Francoeur - Sonata in E major, Adagio Cantabile
09.François Francoeur - Sonata in E major, Tempo Di Gavotta
10.François Francoeur - Sonata in E major, Largo Cantabile
11.François Francoeur - Sonata in E major, Allegro


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A importância dos alongamentos

Por Patrícia Bressan Gennari.

 
 
O que é o alongamento?
Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.
Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.
Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:
-reduzem as tensões musculares;
-relaxam o corpo;
-proporcionam maior consciência corporal;
-deixam os movimentos mais soltos e leves;
-previnem lesões;
-preparam o corpo para atividades físicas;
- Ativam a circulação.
No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.
Como deve ser feito?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.
Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.
Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.
Por que fazer alongamentos?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
 Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.
Como alongar?
Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
            O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.
 
 
Fontes consultadas:
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