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domingo, 15 de dezembro de 2013

Haydn - cello concerto no. 1 in c major


Cello Concerto No. 1 em C Maior , Hob. VIIb / 1, por Joseph Haydn foi composta em torno de 1761-1765 para o amigo de longa data Joseph Franz Weigl , então o principal violoncelista da príncipe Nicolaus Esterházy Orchestra 's.

Este trabalho inicial, contemporâneo de sinfonias 6 , 7 e 8 e anteriores a sua D grande concerto para violoncelo por cerca de vinte anos, já mostra Haydn como um mestre da escrita instrumental. O solo de violoncelo parte é completamente idiomática. O concerto reflete o ritornello forma do barroco concerto, bem como a estrutura emergente da forma sonata-allegro. Como no barroco concerto grosso , o conjunto que acompanha é pequeno: cordas, dois oboés e dois chifres. É possível que Weigl era a única violoncelista na Orquestra Esterházy quando Haydn compôs o concerto, já que há apenas um violoncelo linha na pontuação, marcada alternadamente "solo" e "tutti". Há também, no entanto, um baixo contínuo de linha, que poderiam ter sido tocada por outro violoncelista, ou pelo próprio Haydn no cravo, ou por um baixista string.


Movimentos

  1. Moderato
  2. Adágio
  3. Allegro molto
Todos os três movimentos deste trabalho são escritas em forma de sonata , ao contrário do segundo concerto, onde forma rondo é utilizado no segundo e terceiro movimentos. Este concerto está mais relacionado com concertos de violino de Haydn do que o seu seguidor, segurando muito estreita semelhança com o Concerto para Violino n º. 3 em Lá Maior , como ritmos gravado o primeiro do movimento, e fluindo segundo temas, um movimento lento pacífica, e um final rápido. Ambos os concertos foram compostos no mesmo período de tempo.

Entrada do violoncelo solo
Após a exposição orquestral do primeiro movimento, o instrumento solista interpreta o tema de abertura com os acordes completos que usam todas as quatro cordas. Virtuosismo é desenvolvido no uso de notas rapidamente repetição, a própria gama alta, e contrastes rápidos de registo. Este movimento é dominado por um único tema, embora o próprio tema inclui vários motivos que Haydn desenvolve separadamente. Perto do fim, a cadência é jogado.
No movimento lento (marcou sem ventos), o violoncelo entra drasticamente em uma nota longa, tocada enquanto as cordas orquestrais relançar o tema de abertura.Duas medidas depois, o violoncelo passa a imitar essa melodia. Haydn era apaixonado por este gesto: várias vezes no movimento violoncelo entra em um campo sustentado. Este movimento, como o primeiro, pede uma cadência para o fim.

O final também tem o violoncelo entrar em uma longa nota, depois de uma introdução orquestral estendida. Este final de espírito, escrito na forma sonata allegro, representado mais uma oportunidade para Haydn para mostrar o que ele poderia fazer em girando fora de um único tema em uma série de motivos curtos e uma grande variedade de humores mudam rapidamente. O virtuosismo do instrumento solo é explorado neste movimento, especialmente em passagens onde os suplentes violoncelo rapidamente de baixo para cima, de modo que parece ser dois instrumentos tocando em contraponto . Haydn utiliza a entrada-nota sustentada por diversas vezes, a final em um muito alto, penetrando G.

Fonte do texto..wikipedia.org
Partituras.

Cello Concerto No.1 in C major, Hob.VIIb:1 (HaydnJoseph ... - imslp


Mp3



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Joseph Haydn - Concertos para Cello Nos. 1 e 2

   Já havia postado o Concerto No.1 de Haydn para celo com o antológico Mstilav Rostropovich. E mais uma vez este extraordinário concerto surge aqui. Desta vez ele vem acompanhado do concerto No.2 - que ouço neste instante. Não chega a ter a mesma alegria, o mesmo nível de reflexão (como no adagio do No.1), mas é bastante agradável. Além do que, este concerto No.2 não é tão conhecido como o primeiro. Haydn é, necessariamente, um gênio. Enquadrá-lo como um compositor "menor" ou "antiquado" é desmerecer completamente a obra desse gênio que contribuiu de forma significativa com "a feitura" da música ocidental. Atualmente estou lendo o livro de Otto Maria Carpeaux Uma Nova História da Música. Trata-se de uma viagem panorâmica feita desde o canto gregoriano, que segundo o autor, é a gênese da música erudita ocidental, propriamente dita. Hoje, lia sobre Haydn. Carpeaux na obra citada menciona algo necessário sobre Haydn: "O chamado classicismo vienense: isto é a tríade Haydn - Mozart-Beethoven. É uma rotina historográfica que falsifica completamente a perspectiva histórica: como se Haydn tivesse sido o fundador e o menos perfeito dos três, Mozart já melhor e 'Beethovem' o melhor dos três. Um progressismo tão simplista merece ser radicalmente eliminado. Haydn não é 'menor' nem 'imperfeito'". A prova mais cabal das palavras de Carpeaux pode ser verificada em muitas das obras que entraram para a história - A Criação, As 12 Palavras de Cristo na Cruz, As Estações e etc. Aqui temos um Haydn vigoroso e jovial nestes dois concertos para cello com um grande interpréte - Rostropovich. É um registro formidável. Boa apreciação!
 
Joseph Haydn (1732-1809) - Concertos para Cello Nos. 1 e 2

Concerto para Cello No. 1 in C , Hob.VIIb/1
1. Moderato 9:54
2. Adagio 8:29
3. Allegro molto 6:23

Concerto para Cello No.2 in D, Hob.VIIb/2
4. Allegro moderato 14:29
5. Adagio 5:10
6. Rondo (Allegro) 4:57

Total: 49:34

Academy of St Martin in the Fields
Mtslav Rostropovich, cello & regência

BAIXAR AQUI

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Concerto para violoncelo e orquestra, em si menor, Op 104



Compositor: A. Dvorák (1841 – 1904)

Ninguém escapa de uma paixão fulminante, mas muitos tentam escondê-la. Beethoven teve sua Amada Imortal; Janacek, sessentão, curtiu uma paixão pela quase adolescente Kamila Stösslová; Alban Berg criptografou mensagens para sua amante; e Antonín Dvorák fez o mesmo com um amor de juventude, uma mulher muito mais nova, Josefina Kounicová-Cermáková. Pior, ela era sua cunhada.

O romance aconteceu em 1865 e naquela época Dvorák compôs o ciclo de canções “Os Ciprestes”. Tempos depois, casou-se com Anna, irmã mais nova de Josefina. Por isso, Josefina sempre estava por perto. Ela adoeceu em 1894 e morreu no ano seguinte. O desenlace ocorreu nos doze meses que separaram as férias de verão do compositor na Boêmia de julho a outubro (ele estava radicado nos Estados Unidos). Uma foto de família do verão de 1894 mostra Josefina olhando apaixonadamente para Dvorák, que fita a câmera, enquanto Anna, sua mulher, exibe uma cara fechada. Um triângulo amoroso clássico.

Quando retomou suas atividades profissionais nos EUA, o concerto estava praticamente pronto. Continha um adagio central que era quase um memorial musical de sua paixão. Mas, em maio seguinte, ao saber da morte de Josefina, ele insistiu em reescrever o último movimento, que funciona como uma comovente e dolorosa marcha fúnebre. Ali Dvorák introduziu uma melodia de “Deixe-me Só”, uma das Quatro Canções opus 82. O Adagio ma non troppo, aliás, também embute um fragmento da mesma canção (ele sabia que Josefina tinha especial preferência por esta canção).

Detalhes desse tipo ajudam a entender melhor o significado geral desta obra-prima que provocou em Brahms, ídolo e mestre permanente de Dvorák, o seguinte comentário: “Se eu soubesse que é possível escrever um concerto para violoncelo como este, teria me aventurado a compor um também”. Mas, por outro lado, ajudaram igualmente a transformá-lo numa das obras mais conhecidas do compositor, em seu período norte-americano, ao lado da “Sinfonia Novo Mundo” e do “Quarteto de Cordas ‘Americano’”.

O primeiro e conhecido tema do Allegro inicial, entoado pela clarineta, relembra o tema do segundo movimento da Quarta Sinfonia de Brahms. O segundo tema é introduzido pela trompa, pianíssimo; é quando entra o violoncelo solista retomando o primeiro tema seguido de longos acordes arpejados. É também muito rica a interação entre o solista e os sopros, que relembra Tchaikovsky.

O movimento central é um doloroso Adagio ma non troppo, núcleo da obra, respira um misto de paixão e resignação. Por Josefina. O Allegro moderato final começa com um ritmo de marcha que Beckerman, estudioso de Dvorák, associa às grandes marchas fúnebres do século 19, do Beethoven da Eroica ao Chopin em sua sonata em si bemol menor, opus 35.  É interessante observar que na parte final do movimento, quando a coda se inicia, Dvorák retoma por meio de duas citações o tema do Allegro inicial da clarineta. E insere outro trecho da canção “Deixe-me Só”, a preferida de Josefina, na altura do verso “Se a minha alma pudesse”.

Diogo Costa Tavares
Faça o Download dessa obra aqui: Eruditos - Antonín Dvořák - Cello Concerto in B minor, B. 191 (Op. 104) (Rostropovic; Berlin Philharmonic; Karajan).rar
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